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sábado, 27 de maio de 2017

13 coisas que eu não gostei em " Thirteen Reasons Why" ( sem spoilers)


Desde que a série " Thirteen Reasons Why" estreou, no dia 31 de Março, que se tornou imediatamente viral e  tem dado muito que falar. Na altura, como estava bastante ocupada com o estágio, não a consegui ver, mas há uns dias atrás pude finalmente satisfazer a minha curiosidade, e perceber o motivo de tanto alarido e polémica em torno da série.

Para quem não sabe, a série fala de uma jovem, a protagonista Hannah Baker, que se suicidou. Passado duas semanas, Clay, outro protagonista, recebe uma caixa com cassetes lá dentro. Ele fica surpreendido quando percebe que quem as enviou foi Hannah, e que, se as está a ouvir, é porque é uma das razões pelas quais a jovem se matou. As 7 cassetes, que têm todas dois lados ( mesmo a última, que contém a gravação número 13),  têm que  passar por todos os nomes da lista de Hannah, caso contrário, as gravações tornam-se públicas.

Quem me segue pelo Twitter sabe que, quando comecei a ver, era da opinião que esta série ia sensibilizar os jovens para procurar outros caminhos que não o suicídio. Contudo, à medida que fui vendo a série, comecei a aperceber-me que a esta, apesar das boas intenções, estava a fazer exatamente o contrário, a promovê-lo e até mesmo a glorificá-lo. E essa é apenas uma das coisas que não gostei nesta série.

Não me atirem já pedras nem me julguem! Houve muitas coisas que gostei na série. Tenho que dar o devido mérito pela escolha do elenco, e pela sua incrível prestação, bem como a escolha das músicas, que se adequam na perfeição a cada cena. Também gostei do facto de esta série retratar adolescentes reais, com problemas reais, como o bullying, pondo clichés de parte. Contudo, apesar de ser uma série viciante e intrigante, tem muitos defeitos que não consegui ignorar e que decidi falar hoje neste post. Este post não terá spoilers, para quem não viu a série poder ler mas, quando puder, estou a planear fazer uma versão com spoilers para poder discutir mais aprofundadamente certos assuntos.

Desculpem o post longo, mas queria dar a minha opinião bem fundamentada.


1. Simplifica o suicídio e dá ideia que há sempre alguém que tem culpa: Meus caros amigos, o suicídio não é simples. É uma doença mental e, como tantas outras, bastante complexa. Claro que, muitas vezes, muitas pessoas suicidam-se por desespero, como falta de dinheiro, desemprego, bullying,.. No entanto, há outras tantas vezes em que as pessoas se suicidam sem nenhuma razão aparente, isto porque nem sempre há razões que expliquem isto. Não tenho nenhuma formação em psicologia, mas sei que o suicídio não é algo linear. Pessoas diferentes respondem de maneira diferente a situações traumatizantes, e algumas podem suicidar-se e outras não. Às vezes, uma pessoa com uma vida aparentemente feliz, pode suicidar-se, porque não está bem interiormente. Portanto, não podemos generalizar nem achar que há sempre alguém responsável pelo suicídio de uma pessoa.

2. Realça o mito que o suicídio é egoísta: Eu sou da opinião que o suicídio não é egoísta. Quem o faz é porque acha que não tem outra solução a não ser tirar a sua própria vida, e não por " vou me matar que é para verem como eu faço falta às pessoas". No entanto, quem acredita nesse mito e vê a série, ainda fica a acreditar mais. O facto de a Hannah mandar cassetes a contar aquilo que os outros lhe fizeram é desconfortável, e é assim que deve ser, porque a moral da história é nós reconhecermos que as nossas ações podem ter efeitos que desconhecemos em pessoas que conhecemos. Mas o que é ainda mais desconfortável é assistir à forma cruel como a Hannah expõe o que lhe fizeram, como se o suicídio fosse a única forma de a voz dela ser ouvida.

3. Foca-se na ideia de que o bullying leva a suicídio: Já todos ouvimos histórias de jovens que sofrem de bullying e que se suicidam, mas será que é sempre assim? Li há uns tempos na net uma psicóloga a dizer " a tua experiência de bullying é válida mesmo que não sintas vontade de te suicidar, e os teus sentimentos de suicídio são válidos, mesmo que nunca tenhas sofrido de bullying", e é tão verdade! Tal como já disse, pessoas diferentes reagem de maneira diferente a experiências traumatizantes. Eu já sofri de bullying, e não foi por isso que me suicidei. É certo que não sofri tanto como muitos jovens, mas ainda assim demorei imenso tempo a ultrapassá-lo, e ainda hoje tenho algumas sequelas. Além disso, já vi, infelizmente, muitos jovens a passarem pelo mesmo, mas que conseguiram dar a volta por cima e ser felizes. A verdade é que, com apoio, força de vontade e muita perseverança é possível ultrapassar este tipo de experiências traumatizantes.  Não quero estar aqui a desvalorizar o bullying e a dizer que é normal, porque não o é, só estou a dizer que nem todos os jovens que sofrem de bullying se suicidam, que é o que a série aparenta transmitir.

4. Mostra o suicídio como uma forma de vingança: O facto de a Hannah gravar cassetes com os supostos responsáveis pela sua morte dá a ideia que ela se está a tentar vingar pelo que eles lhe fizeram. Eu sei que, provavelmente, não era essa a ideia que queriam transmitir, mas é o que parece!

5. A série toda transforma o suicídio em algo entusiasmante: Se pensarmos bem, toda a série é construída em torno de uma cena que, vamos admitir, toda a gente quer ver, a cena do suicídio, que é, digamos, o clímax da série. Criam muita antecipação, muito suspense em torno do momento, criando entusiasmo em torno de um suicídio. O suicídio não é suposto ser entusiasmante, não é algo que deva ser aguardado ansiosamente.

6. Cenas demasiado detalhadas: Ok, ok, eu sei que é suposto estas cenas darem um ar mais real e chocante à série, mas não nos podemos esquecer os miúdos de 12/13 anos também são o público-alvo. Portanto, das duas uma, ou os produtores metiam estas cenas menos explícitas, ou então classificavam a série como maior de 16 anos ( o que não adiantaria de grande coisa, porque os jovens gostam de ver coisas que supostamente não é para a idade deles, mas ao menos estavam avisados e não eram apanhados de surpresa). É que há cenas que até a mim, que já tenho 20 anos e já vi muitos filmes mais violentos, me fizeram tremer. Principalmente, a cena do suicídio de Hannah Baker, que até tive que desviar o olhar algumas vezes!

7. Mostra o método exato de suicídio: E por falar em cenas detalhadas, falemos da cena de suicídio. Na minha opinião, foi demasiado detalhada. De acordo com muitos psicólogos, nunca se devia mostrar em filmes e séries os métodos exatos de um suicídio, porque isso pode aumentar exponencialmente a taxa destes. Eu não sou de uma opinião tão extrema ( porque gosto de filmes que retratem também a realidade) mas, tendo em conta que o público-alvo desta série é muito jovem, é mais vulnerável a estas cenas e, ainda mais perigoso, pode querer imitá-las.

8. Retrata a ideia irrealista que o suicídio é muito bem planeado: Ao vermos a Hannah a gravar cuidadosamente cada cassete, a contar calmamente cada história, com um tom sarcástico, dá a sensação que ela planeou tudo meticulosamente de forma racional, incluindo o seu suicídio. Na realidade, uma pessoa que se suicida, é uma pessoa que é emocionalmente instável e/ou está a passar por um crise emocional, pelo que é praticamente impossível ser racional ao ponto de gravar cassetes e planear antecipadamente a sua morte, especialmente se for um adolescente que ainda está a construir a sua identidade.

9. O suicídio não é glamoroso: " Thirteen Reasons Why" mostra o suicídio como algo glamoroso, romântico até. Contudo, o suicídio não é romântico, é uma doença. De acordo com vários estudos, 90% das pessoas que cometem suicídio sofrem de alguma doença mental. Portanto, é preciso parar de romantizar o suicídio e parar de mostrá-lo como uma forma de nos revoltarmos contra as insjutiças da vida e de nos tornarmos heróis.

10. Pode tornar o suicídio uma moda: Após o fenómeno " Baleia Azul", é seguro dizer que a geração atual de adolescentes está, mais do que nunca, muito vulnerável a sofrer de depressão e, sobretudo, a tentar o suicídio. Portanto, séries como esta só irão exarcebar este problema, fazer com que o suicídio se torne numa tendência cada vez maior entre jovens, em vez de o combater.

11. A série não sugere nenhuma forma eficaz de combater o suicídio: A série não sugere nenhuma forma para prevenir o suicídio. Fala-se tanto sobre este tema, mas, em nenhum minuto de nenhum episódio sugerem uma medida sequer para combater este problema. E se o objetivo era combater o suicídio, acho que isto deveria ter sido feito.

12. Não me consegui identificar com a Hannah: Acho que muitos concordarão comigo que uma das coisas que mais contribui para gostarmos de um filme ou série é identificarmo-nos com a personagem principal, sentir que estamos a vivenciar o mesmo que ela e a ter as mesmas emoções. Contudo, não me consegui identificar, de todo, com a Hannah Baker. Achei-a demasiado dramática, egoísta e muito mimada. Tudo bem que ela passou por muitas experiências traumatizantes mas, na minha opinião, e sem querer dar spoilers, existiram personagens com razões muito melhores para se suicidarem do que a dela, se avaliássemos o suicídio em termos de razões como a série fez.

13. Acabaram por incentivar o suicídio em vez de o combater: Este é o grande problema desta série. Eu sei que o objetivo era combater o suicídio, sensibilizarem os jovens, mas falharam redondamente! Acabaram até por promovê-lo. Acabam por mostrar o suicídio como forma de uma pessoa ser imortalizada ( no início do primeiro episdódio, é mostrado um memorial de Hannah Baker, e antes dela morrer ninguém queria saber dela), admirada e até glorificada. Já estou a imaginar raparigas novinhas a ver a personagem principal como um ídolo, e a querer fazer o mesmo! Os realizadores e produtores de filmes/séries têm que ter, mais do que ninguém, cuidado a transmitir mensagens!


E vocês? Já viram " Thirteen Reasons Why"? O que acharam?
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Estágio em Ortopedia: Muito Obrigada!


Quando comecei, em maio do 1º ano da minha licenciatura em Enfermagem, a estagiar, disse a mim mesma que não escreveria posts de agradecimentos até ao derradeiro estágio profissional do 4º ano. Isto porque, ao longo do curso, irei estagiar em muitos sítios, pelo que, se fosse agradecer a todos os serviços que já me acolheram e ainda me vão acolher, seria a única coisa que leriam neste blog. Comprometi-me a ir partilhando posts sobre a minha experiência em vários serviços, mas não a escrever a agradecimentos a todos. Contudo, depois de estagiar em Ortopedia, sei que tenho que deixar um agradecimento que, dado o meu blog ser anónimo, muito provavelmente não vai ser chegar aos profissionais desse serviço mas, pelo menos, é uma etapa feliz que fica registada no meu blog. 

Só há uma palavra para descrever este estágio: gratidão! Gratidão por ter tido a oportunidade de ser orientada por uma equipa fantástica de profissionais de saúde, que se disponibilizaram sempre para tirar as nossas dúvidas, que nos apoiaram e que nos incentivaram sempre a ser melhores. 

Sinto-me uma sortuda por tido os orientadores que tive. Pela primeira vez em muitos estágios, pude realmente usufruir a 100% da experiência de trabalhar num hospital, sem pressões de estar a ser avaliada, e sem sentir que estava constantemente a ser posta à prova. Os orientadores fizeram sempre questão de nos pôr à vontade, para que não nos sentíssemos tão stressados. Obviamente que houve exigência ( e eu não gostaria deste estágio se não houvesse), porém o ambiente de descontração que criaram proporcionou-me um aprendizagem muito mais aprofundada e um aperfeiçoamento muito maior da prática. 

Graças aos profissionais deste serviço, cresci muito mais a nível pessoal e profissional, ganhei mais confiança nas minhas capacidades ( algo que me faltava uma vez que, por vezes, sou bastante insegura), mais desinibição e mais " à vontade" para lidar com doentes e os seus respetivos familiares. 

Como sabem, o meu estágio anterior foi em Oncologia. Não sei se já vos disse, mas não gostei muito dos orientadores. Gostei dos outros profissionais da equipa desse serviço, mas não gostei da forma como os dois enfermeiros orientadores nos orientaram ( não tenho medo de escrever isto aqui e de um dia lerem, eles próprios já ouviram as críticas que lhes vou dar pelo meu próprio grupo). Pressionavam-nos muito, estávamos sempre a aprender sob pressão, sempre a ser " bombardeados" de perguntas, e nunca nos incentivavam, só nos apontavam defeitos. Eles diziam que para serem exigentes tinham que ser assim mas, na minha opinião, é possível ser exigente sem ser mau. E os meus orientadores de Ortopedia provaram isso.

Andei um pouco desmotivada durante algum tempo. Porém, quando comecei a estagiar em Ortopedia, parece que renasci. Pela primeira vez em muito tempo, ia para lá alegre, confiante e, sobretudo, feliz. Aprendi muito, fiz muitos procedimentos novos, aprofundei os meus conhecimentos, não só a nível geral como de Ortopedia e, acima de tudo, evoluí imenso, ser ser pressionada, sem sentir medo, e na mesma com exigência. Em vez de me estarem sempre a apontar defeitos, deram-me críticas construtivas, incentivaram-me sempre, nunca me humilharam nem menosprezaram e, sobretudo, acreditaram sempre nas minhas capacidades, mesmo quando eu não acreditava.

Por isso, aquilo que gostaria de deixar aqui é um grande " OBRIGADA!"  à equipa de profissionais de Ortopedia que me orientou, e um obrigada ainda mais especial aos meus orientadores.  Saio deste serviço para outros estágios que também me irão enriquecer, mas com saudades e  a certeza de que não encontrarei uma equipa tão fantástica como esta.

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Como escrever títulos apelativos para os teus posts


A maior parte das pessoas não liga aos títulos dos posts. Escreve uma coisa qualquer, e publica sem pensar. Mas, na verdade, o título é um dos componentes mais importantes do teu post, senão o mais importante! É o título que irá definir aquilo que irás abordar,que irá atrair as pessoas para lerem o teu post e que irá determinar a tua classificação nos motores de busca. Portanto, é bastante importante que saibas elaborar um título apelativo.

O teu título pode ser a diferença entre as pessoas lerem ou ignorarem o teu post. Por isso, antes de o escreveres, deves considerar estes aspetos.


1. Pesquisa o título que estás a pensar usar no Google: Hoje em dia, existem tantos blogs, que é bastante provável que alguém já tenha usado o título que tu pensaste, ou então um bastante similar. Por isso, antes de mais nada, pesquisa no Google o título que pretendes usar, e vê se já existem blogs populares que o usaram.

2. Mantém o título curto mas assertivo: O teu principal objetivo com um título é fazer com que as pessoas leiam o teu post, não é? Se o título for demasiado longo, além de não apareceres bem classificado/a nos motores de pesquisa do Google ( porque este corta metade do título quando ultrapassas certo número de caracteres), os teus leitores não vão sentir vontade de ler o teu post. Portanto, certifica-te que manténs o título curto mas, ao mesmo tempo, que transmita aquilo que vais falar e que seja claro e apelativo.

3. Usa palavras que são muito pesquisadas: Usar palavras que são muito pesquisadas, como " beleza" ou "viagens", ajuda-te a ficares melhor posicionado/a nos motores de pesquisa do Google, logo mais pessoas encontrarão o teu post.

4. Faz uma oferta aos teus leitores que estes não possam recusar: Não é por acaso que os posts que começam " como fazer..." ou como " O que fazer..." são bastante lidos. Ao começares posts desta forma, estás a oferecer algo em que os teus leitores podem estar interessados, que os pode ajudar ou instruir.

5. Usa a gramática corretamente: Isto aplica-se não só ao título dos teus posts, como ao texto propriamente dito. Se há coisa que afasta as pessoas do teu blog são erros gramaticais. Um post cheio de erros custa muito mais a ler e é menos apelativo do que um post escrito direitinho.


Bloggers aí desse lado? Concordam com estas dicas? O que acham mais importante num título de um post?
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Como lidar com familiares criticadores


Infelizmente, todos nós temos, pelo menos, um familiar que nos critica na nossa família. Lá por que nos criticam, não significa que não gostem de nós ( por vezes, estão a criticar, porque gostam muito de nós e estão preocupados connosco), mas estarmos a ser julgados pode ser bastante chato e até stressante.

Apesar de ser filha única, cresci rodeada de muitos familiares ( tios, primos,...) e, sendo o elemento mais novo, estou sempre sujeita a ser o principal alvo de críticas. Sei que, na maior parte das vezes, fazem-no por gostarem de mim e por se preocuparem comigo, contudo não deixa de ser bastante enervante. Ao início, não lidava bem com as críticas, e acabava a chorar a um canto, mas agora aprendi algumas maneiras de lidar melhor com a situação.


1. Ignora-os: Por vezes, ignorar aqueles que te julgam é o melhor que tens a fazer. E a família não é exceção. Não precisas de estar sempre a defender-te nem a responder às críticas deles. Não tens que dar justificações a ninguém. Ignorar é um truque que resulta principalmente em famílias muito grandes, onde a crítica é mais comum ( e é muito difícil uma pessoa defender-se quando tem um grande grupo de pessoas a criticá-la).

2. Estabelece limites: Há coisas que são simplesmente inaceitáveis os teus familiares criticarem. Se, por exemplo, não te sentes à vontade para falar do teu peso, para imediatamente a conversa deles e diz-lhes isso. Isto não faz de ti uma pessoa má, és uma pessoa com direitos e, como tal, tens direito a recusar falar sobre certos assuntos.

3. Responde-lhes com uma piada: Se foste abençoado/a com um bom sentido de humor, usa-o para parar as críticas. É algo que eu passo a vida a fazer. Umas vezes resulta, consigo pôr a família toda a rir, outras vezes acham a piada ofensiva ( digamos que, por vezes, tenho um humor que não é apreciado por pessoas com mentes mais fechadas), mas das duas formas é sempre divertido ver a reação das pessoas.

4. Muda de assunto: Se não te está a agradar ser o centro das atenções, muda de assunto. Perguntar sobre o novo emprego de alguém ou o sucesso escolar de um primo resulta sempre, a pessoa fica logo entusiasmada a falar que se esquece que estava a criticar alguém.

5. Pede para falares com o familiar que te critica à parte: Se, por acaso, houver um familiar que está constantemente a criticar-te, pede-lhe para falar com ele à parte e diz aquilo que sentes em relação a isso. Por vezes, resulta, a pessoa finalmente percebe que estava a agir de maneira errada, outras vezes não resulta mas, pelo menos, ficas com a consciência tranquila, porque tentaste fazer tudo ao teu alcance para resolver a situação.

6. Passa mais tempo com os familiares que não te criticam: Mesmo na família mais julgadora, há sempre familiares que não te criticam, muito pelo contrário, que te apoiam em tudo e estão sempre do teu lado. Aproveita para passares mais tempo com essas pessoas, para te divertires e rires com eles, e aliviar um pouco o stress e a pressão de estar a ser julgada pelos outros familiares.


E vocês? Tem familiares criticadores? Como lidam com eles?
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terça-feira, 23 de maio de 2017

5 vantagens de sair sozinho/a


Vivemos numa sociedade em que se valoriza imenso a interação e as atividades sociais. Tudo à nossa volta nos incentiva a sair em grupo, desde promoções como " tenha 2 bilhetes pelo preço de um" no cinema, festas, eventos em museus... Mas, e se saíssemos sozinhos?

Não me interpretem mal, sair com os amigos é muito divertido mas, por vezes, aquilo que sabe mesmo bem é sair sozinho/a. Eu faço parte daquele grupo de pessoas que não tem problemas em almoçar num restaurante sozinha, ou ir ao cinema sozinha ( esta última nunca fiz, mas ainda vou fazer, um dia destes). E não há mal nenhum nisso, muito pelo contrário, tem muitas vantagens.


1. Os planos são mais espontâneos: Fazer planos com os amigos pode ser uma tarefa difícil. Em primeiro lugar, à medida que crescemos e nos tornamos adultos, é cada vez mais difícil arranjar um dia em que todos possam sair. Em segundo, às vezes demoram anos a decidir para que sítio querem ir ou em que restaurante querem comer. Todos têm que chegar a um consenso e aceitar a hora, o local e o que vão fazer. Quando sais sozinho/a, não tens que estar a combinar esses pormenores todos. Podes sair para onde quiseres, à hora que quiseres. Podes mudar de ideias e mudar os planos, a qualquer momento, sem ter que dar justificações a ninguém.

2. Podes relaxar: Sim, também relaxar com os teus amigos mas, por vezes, também precisamos de passar tempo sozinhos para recuperar as energias. Além disso, quando sais com outras pessoas tens sempre aquela pressão, nem que seja inconsciente, de os agradar, de te certificares que se estão a divertir, e de fazer planos que agradem a todo o grupo. Quando está sozinho/a, podes fazer aquilo que quiseres, sem obrigações nem necessidade de agradar a outras pessoas.

3. Vais poupar dinheiro: Sair em grupo significa, muitas vezes, pagar um café ou outra coisa qualquer só porque essa pessoa é muito amiga nossa ou gastar mais do que o planeado, para poder acompanhar o grupo. Por outro lado, se fores sozinho/a não gastarás tanto dinheiro, porque, como és tu que decides aquilo que queres fazer, também decides aquilo que gastas.

4. Vais aprender a ser mais independente: Sair sozinho/a é algo que causa muita ansiedade a muitas pessoas mas, quando conseguem, dá-lhes muita independência. E a independência é algo que é muito importante na vida adulta.

5. Desfrutar da tua própria companhia: Gostar de sair sozinho/a e apreciar a tua própria companhia não faz de ti uma pessoa egoísta ou anti-social. Por isso, não precisas de te sentir mal por isso. Não és obrigado/a a estar rodeado de pessoas 24 horas por dia. Por vezes, sabe bem estar sozinho/a, a desfrutar da nossa própria companhia.


E vocês? Gostam de sair sozinhos? Contem-me tudo nos comentários.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

5 benefícios surpreendentes de um coração partido


Apesar de nunca ter tido um namorado, já sofri de um grande desgosto amoroso, que me partiu o coração em mil pedacinhos. Ao início, não vi qualquer vantagem em estar naquele estado miserável mas, à medida que fui recuperando, comecei a perceber aquilo que aprendi e que ganhei em estar nessa situação.

É difícil passar por um desgosto amoroso, e é ainda mais difícil recuperarmos, porém muitas pessoas ficariam surpreendidas se percebessem os benefícios de um coração partido, o quão fortes ficariam e o que aprenderiam se vissem as coisas desta forma.


1. Tu vês quem te realmente ama: Muitas vezes, estamos tão apaixonados por uma pessoa, que nos que esquecemos que o amor não existe só nesse sentido. Existem muitas pessoas que nos amam, como os nossos familiares e amigos, e nós só somos capazes de perceber verdadeiramente isso depois de sofrer um desgosto amoroso. Ao início, não vemos logo, porque estamos ainda a sofrer por causa de nos terem partido o coração mas, uma vez ultrapassada essa dor, conseguimos ver melhor do que nunca as pessoas que nos amam e se importam connosco.

2. Aprendes a estar sozinho/a ( e percebes que isso é diferente de sentires-te sozinho/a): Estar sozinho/a é muito diferente de te sentires sozinho/a. Quando sais de um relacionamento ou sofres de um amor não correspondido, ao início, sentes-te miserável e sozinho/a. Porém, mais tarde, percebes que estar sozinho não é necessariamente uma coisa má. Há muitas vantagens em se estar solteiro/a, como ter mais independência, poder fazer o que quiser sem dar justificações a ninguém,... Além disso, tu nunca estarás verdadeiramente sozinho/a, tens sempre pessoas ao teu lado para te apoiar, nos bons e maus momentos.

3. Vês a verdade: Estar apaixonado é, frequentemente, a mesma coisa que estar cego/a. Parece que andamos com uma venda nos olhos, e só vemos as coisas boas da pessoa que amamos. Não vês os defeitos dessa pessoa, as situações em que ela te tratou mal, faltou ao respeito, nem vês as atitudes e comportamentos que tiveste por causa dessa pessoa. Só depois de te partirem o coração é que consegues ver a verdade, perceber aquilo que realmente aconteceu, e aprender aquilo que não queres em futuras relações.

4. Tornas-te mais forte: Eu sei que é um cliché mas " o que não nos mata torna-nos mais fortes". E no contexto amoroso, isso é tão verdade! Eu sei que, às vezes, as pessoas têm a sensação de que cada desgosto amoroso as enfraquece mais, mas eu prefiro ver as coisas de outra forma. Eu acho que cada desgosto amoroso dá-nos uma lição sobre aquilo que não resultou naquela relação, aquilo que queremos em futuras relações e, sobretudo, ajuda-nos a conhecermo-nos a nós próprios.

5. Aprendes a amar: Eu não sou a pessoa mais indicada para dizer isto, porque eu só sofri de um grande desgosto amoroso e nunca tive namorado. Contudo, a perceção que  eu tenho das outras pessoas é que cada desgosto amoroso ajuda-nos a descobrir mais um pouco sobre o mistério que é o amor. Embora as coisas não resultem como queremos, aprendemos mais sobre os nossos sentimentos e como expressá-los. Por isso quando, eventualmente, encontrarmos a pessoa certa para nós, já saberemos expressar os nossos sentimentos, e a dor que sofremos transforma-se num coração mais bondoso e aberto.

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domingo, 21 de maio de 2017

10 tipos de pessoas que encontras nos supermercados


O supermercado é um lugar banal a que frequentemente vamos no nosso quotidiano. Para muitos, é aborrecido, mas quem acha isso claramente não está atento/a ao que se passa lá. Às vezes, encontra-se lá cada "pérola"que só visto. Encontra-se lá cada cromo!

Apesar de alguns deste tipo de pessoas serem irritantes ( e fazerem coisas irritantes também), eu prefiro levar as coisas para a brincadeira, e decidi falar ( e gozar um pouco também eheheh) dos tipos de pessoas mais comuns no supermercado.


1. O condutor menor de idade: Apesar da sua fofura irresistível, são particularmente perigosos. Andas muito sossegado/a da vida a fazer compras e, quando dás conta, vês uma criança a ir repetidamente contra prateleiras, a derrubar artigos ou, pior, a tentar atropelar-te.

2. O esquecido: Este tipo de pessoa, apesar de, à partida, já ter conhecimento que é esquecida, nunca leva uma lista de compras para o supermercado. Acontece que, quando chega à caixa, falta-lhe sempre alguma coisa e, por isso, vai para trás buscar aquilo que lhe falta, fazendo uma fila de pessoas aguardar impacientemente a sua vez.

3. O abandonador: Já alguma vez viram na caixa do supermercado um monte de artigos fora do sítio? Pois, esses artigos foram abandonados por este tipo de pessoa. Aparentemente, o abandonador não consegue decidir-se ou então chega à caixa e apercebe-se que não têm dinheiro para tudo, por isso abandona os itens que ia comprar num sítio qualquer.

4. O " consegues ouvir-me?": Este tipo de  pessoa acha que é a boa ideia ir às compras a falar ao telemóvel ao mesmo tempo, e o resultado é toda a gente ouvir a sua vida sexual ou a zanga que teve com a vizinha no outro dia. Não me irrita o facto de estarem a falar alto, irrita-me o facto de estar a ouvir uma quantidade de informação enorme que eu não precisava de saber.

5. O " vamos fazer trânsito":  Há pessoas que gostam de fazer as compras muito calmamente, e parte do processo consiste em pararem o carrinho de compras no meio do corredor, bloqueando o caminho! Ora, vem outra pessoa ( normalmente eu) com pressa, diz " desculpe" umas centenas de vezes, e a pessoa não sai dali! A certa altura, uma pessoa vê-se forçada a desviar o carrinho sem a autorização do dono.

6. O " ninguém tem tempo para isto!": Esta pessoa entra no supermercado com uma única missão, comprar um item ou dois, e sair logo de seguida. Com sorte, ainda vai tentar passar à frente na fila da caixa, com a desculpa de " é só uma garrafa de água".

7. O fura-filas: E por falar em passar à frente nas filas, existem pessoas que são especialistas nisso. Começam com a tal desculpa " é só uma garrafa de água" mas, nos entretantos, decidiram deixar o marido na fila, e ir buscar mais uns quantos itens, fazendo com que o que seria um pagamento rápido se torne uma eternidade.

8. O " festa de pijama": Este comprador não que se preocupa em ir arranjado para o supermercado. Provavelmente, é a única saída de casa que faz em todo dia, portanto para quê? Vai para lá com uma camisola e calças de pijama que nem sequer combinam, com o casaco de rua por cima ou, se tiver numa de ser mais radical, vai de robe e chinelos de quarto.

9. A nutricionista: Este tipo de pessoas demoram imenso tempo a fazer compras, porque vão analisar cada rótulo, comparar calorias, verificar a qualidade dos frutos/legumes, etc. Vasculham o supermercado inteiro até encontrar produtos sem açúcar, pobres em hidratos de carbono e gordura, e/ou sem glúten. Não tenho nada contra este tipo de pessoas, aliás, sou a favor de estilos de vida saudáveis, mas escusavam de me mandar olhares quando eu pego numas Oreos de uma prateleira.

10. Os jovens que só querem apanhar a p*ta :  Normalmente, vemos estes jovens numa sexta ou sábado à noite, e vão sempre direitinhos às prateleiras com álcool. Grande parte das vezes, metade deles é menor de idade, acompanhado de um jovem maior de idade que se encarrega de mostrar o B.I para serem autorizados a comprar as bebidas. Nada contra, são escolhas, e além do mais, hoje em dia entrar e beber numa discoteca é caro.


E estes, meus caros amigos, são apenas alguns exemplos de pessoas que encontramos no supermercado.


E vocês? Já econtraram pessoas assim no supermercado? Que tipo de pessoas encontram?
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