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quarta-feira, 26 de abril de 2017

5 questões que te deves colocar antes de te livrares de tralhas


Como já devem ter percebido, ultimamente ando uma viciada por arrumação. Em parte fui influenciada pelo facto de a minha mãe ser super organizada, mas também porque percebi os benefícios da arrumação.

Muita gente também ganhou este vício da arrumação e, meia volta, põe-se a fazer uma limpeza geral à casa, livrando-se de tudo e de mais alguma coisa. No entanto, embora seja defensora de nos livrarmos daquilo que não precisamos, não é algo que deva ser feito à toa. Devemos parar para pensar e refletir antes de nos livrarmos das tralhas que temos por casa.


1. Este item é algo que uso regularmente? : Muitas vezes, nós acumulamos tecnologias, roupa, utensílios de cozinha, etc, porque estes nos parecem úteis, e porque achamos que os iremos usar algum dia. Por isso, em vez de fazeres a pergunta " vou usar isto?", pergunta-te " com que frequência vou usar?". Se não usaste determinado objeto por mais de 6 meses, por muito que tenciones usá-lo um dia, o melhor é livrares-te deste.

2. É algo que eu compraria se o visse numa loja? : Se visses determinado objeto que tens em casa numa loja, voltarias a comprar? Se não voltarias a comprar, é óbvio que o objeto não tem assim tanto valor para ti, por isso não vale a pena mantê-lo em casa.

3. Tenho vários objetos repetidos? : Por exemplo, se tens três camisolas iguais no teu roupeiro, é melhor considerares livrares-te das outras duas, porque quem é que precisa de coisas repetidas, anyway?

4. Este item vale o espaço que ocupa e o tempo que demoro a limpá-lo? : Cá em casa, a minha mãe já se livrou de objetos por darem muito trabalho a limpar, principalmente objetos decorativos. Ultimamente, ela só mantém mesmo as decorações que mais gosta, o resto tirou porque lhe ocupava espaço e demorava-lhe mais tempo a limpar. É importante lembrarmo-nos do valor do nosso tempo e do nosso espaço, não vale a pena estarmos a limpar e a guardar objetos que não gostamos assim tanto.

5. O que é que eu vou fazer com os objetos de que me vou livrar? : É muito importante pensar nisto também, porque tu não queres acabar a tua limpeza com um monte de objetos rejeitados na garagem. Existem diversas opções, como doar, vender ou simplesmente deitar fora. Lembra-te de ter sempre em consideração o estado e o valor do objeto na hora de decidir a maneira de te livrares dele.


E vocês? O que é consideram na hora de destralhar?
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terça-feira, 25 de abril de 2017

Sugestões serão sempre bem vindas!


Frequentemente, recebo sugestões de leitores de posts através de comentários, mails ou por mensagens das redes sociais, o que é muito bom e é algo que agradeço.  Porém, muitos deles dão uma sugestão seguido de " Desculpa estar a chatear-te/Desculpa estar a incomodar". Portanto, hoje vou escrever um post para falar sobre a situação.

Meus caros amigos, vamos então esclarecer aqui uma coisa: não precisam de pedir desculpa de cada vez que me deixam alguma sugestão ou me fazem um pedido. Eu não só gosto de receber sugestões, como, às vezes, até desejo que elas apareçam porque, apesar de, às vezes, parecer que a minha inspiração não se esgota ( o facto de eu publicar todos os dias cria essa ilusão, mas como já devem ter lido aqui, eu não escrevo posts todos os dias, planeio e escrevo em avanço), esta esgota-se e, nessa altura, são as sugestões que me ajudam a "alimentar" este blog com conteúdo útil e interessante.

Portanto, quero que saibam isto: sugestões serão sempre bem vindas! Apesar do o blog ter sido criado por mim e ser meu, também é de vocês, leitores, pelo que podem e devem dar a vossa opinião, falar comigo, partilhar as vossas experiências, e enviar sugestões. São as vossas opiniões e sugestões que tornam este blog mais dinâmico e mais interessante. Se não falassem, este blog não seria um blog, seria um diário que só eu leria, e assim não faria sentido, mais valia escrever folhas soltas e guardá-las na gaveta da minha secretária.

Muitos dos posts de auto ajuda que eu já escrevi foram pedidos de pessoas que queriam saber como resolver ou ultrapassar algo. Alguns posts engraçados que escrevi foram ideias de alguns leitores. Já partilhei aqui no blog experiências pessoais porque me pediram muito. A essas pessoas, muito obrigada por terem contribuído um pouco para a evolução do blog e para aquilo que este é hoje.

Eu aceito todas as sugestões? Não, não aceito. Não por mal, não por ter uma atitude de " eu só escrevo aquilo que quero" mas porque, por vezes, não me sinto à vontade de falar de determinado assunto, não tenho conhecimentos suficientes para abordar algo ou não gosto de escrever sobre algo. Porém, diria que 90% das vezes eu escrevo os posts que me foram pedidos/sugeridos.

Portanto, já sabem, as vossas sugestões serão sempre bem vindas. Podem enviar mails para lifeofcherry@outlook.pt, por mensagem de Facebook, ou por mensagem direta através do Twitter ou Instagram. Estarei sempre interessada em ler a vossa opinião e receber as vossas sugestões.

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

10 razões pelas quais não estás a atingir os teus objetivos na universidade


A universidade é mesmo difícil. Já disse isto, mas gosto de salientar que o mais difícil não é entrar, mas sim sair ( não quero desvalorizar os estudantes do Secundário, sei que entrar no curso que querem é difícil mas, acreditem, é muito mais difícil acabá-lo). E no meio de tanto estudo, frequências e trabalhos, muitos alunos perdem-se pelo caminho e não atingem os seus objetivos.

Se estás nesta situação, em que sentes que não estás a atingir os teus objetivos, o melhor é parares e refletir naquilo que estás a fazer mal, nas razões que te estão a levar ao insucesso. Não fazes ideia do que pode estar na causa das tuas más notas? Aqui vão algumas razões que podem justificá-las.


1. Na verdade, não criaste objetivos: Uma das razões pelas quais não estás a atingir os teus objetivos na universidade é porque não criaste mesmo nenhum objetivo específico. Dizer " este ano quero ter boas notas", mas não fazer nada por isso, é mais um mero desejo do que um objetivo. Tens que criar um objetivo e elaborar um plano para o atingires.

2. Os teus objetivos não são realísticos: Os teus objetivos podem parecer muito bons, porém podem ser irrealistas e até impossíveis de alcançar. Nem todos os alunos têm as mesmas capacidades na universidade nem o mesmo tipo de inteligência ( há quem tenha inteligência mais lógica, outra mais virada para as letras...), portanto não podes exigir de ti algo que ultrapasse imenso as tuas capacidades. Todos nós temos potencial para aprender e melhorar as nossas capacidades, mas não nos podemos esforçar demasiado e querer ir mais além do que aquilo que conseguimos e que é humanamente possível. Criar metas demasiado inalcançáveis só vai gerar frustração e motivação.

3. Não estás mesmo empenhado/a: Todas as etapas escolares são difíceis à sua maneira mas, sejamos sinceros, a universidade é bastante difícil. Tirar um curso exige trabalho árduo, persistência, motivação e, sobretudo, muito empenho naquilo que se está a fazer. A não ser que queiras acabar o curso com uma média fraca, vais ter que trocar muitas vezes as saídas com amigos ou tardes no sofá a ver televisão por horas e horas de estudo.

4. Não estás a estudar, só estás a "estudar": Há uma grande diferença entre estudar e "estudar". Sim, é diferente. "Estudar" é passar 5 min de cabeça nos livros e o resto da tarde a ver o facebook, ver vídeos no youtube ou a falar por SMS. Se te encontras horas e horas a olhar para os teus apontamentos e não estás a fazer nenhum progresso, é melhor começares a pensar se estás a estudar a sério ou apenas a procrastinar.

5. Não estás a utilizar métodos de estudo corretos ( nem a adaptá-los): Na universidade, cada cadeira é diferente, e nem todas funcionam com o mesmo método de estudo, ao contrário daquilo que muitos estudantes pensam. Em algumas cadeiras só te safas a fazer resumos, outras tens que fazer esquemas, e outras é melhor só estudar pelos powerpoints e esquecer a elaboração de resumos ( porque a matéria é tanta que nem dá tempo para isso). Por exemplo, eu costumo estudar sempre por resumos, mas para Anatomia do ano passado e para Patologia Médica deste ano não estudei, só por  powerpoints, porque é tanta matéria que é impossível sequer estar ali a tentar resumir tudo, não dá mesmo tempo e, além disso, nem fazia sentido fazê-lo, porque a matéria que é para estudar está toda nos powerpoints. No entanto tive outra sub-cadeira ( sim, tive uma cadeira este ano dividida em várias sub-cadeira) em que me já foi possível fazer resumos, até porque tenho que ler muitos artigos e resumi-los. Isto tudo para dizer que tens que saber adaptar os teus métodos de estudo a cada cadeira, e ir percebendo aquilo que resulta ou não para cada uma destas.

6. Não estás a estudar atempadamente: Na universidade, cada professor pode dar, sem exageros, 4 powerpoints numa aula. Portanto, se tu não começares a estudar logo todos os dias desde o início, estarás em grandes sarilhos quando chegar a época de frequências! O melhor é não deixar acumular matéria.

7. Não estás a tirar tempo para descansares: Se as únicas coisas que fazes é ir às aulas e estudar, vais chegar a meio do semestre completamente esgotado/a. É importante que tires tempo para ti, para relaxares, sair com os teus amigos, enfim, aproveitar um pouco a vida, porque a vida não é só estudar, é muito mais que isso.

8. Não estás a começar os trabalhos cedo o suficiente: Na universidade, tens muitos trabalhos de grupo e individuais para apresentar ou entregar, com prazos rígidos. Os professores não toleram mesmo atrasos na entrega dos trabalhos! Se começas a fazer estes trabalhos tarde, é muito provável que te sintas mais stressado/a e que não faças um trabalho tão elaborado o que faz com que, consequentemente, tires pior nota. Começa a fazer os trabalhos mais cedo, cria até um prazo-limite antes do prazo oficial, para depois teres tempo de rever e fazer uns ajustes.

9. Estás a faltar a demasiadas aulas: Sou uma pessoa que defende que as aulas são muito importantes, que devemos ir às aulas, mas que há sempre aulas a que podemos e devemos até faltar, porque são muito seca ou porque o professor não explica muito bem. No entanto, se estiveres sempre a faltar às aulas, é impossível acompanhares a matéria que está a ser dada, o que dificulta o teu estudo e é meio caminho andado para teres insucesso escolar.

10. Não estás no curso certo: Por vezes, a causa de toda esta falta de trabalho e empenho é precisamente estares no curso errado. Se estiveres no curso errado, certamente que não gostarás da matéria, não tens paixão pelo curso nem pela futura profissão... Isto poderá ser uma causa da tua desmotivação, da tua falta de empenho e dedicação,... É importante lembrares-te do porquê de teres escolhido o teu curso, e se a paixão que existe ainda está lá e é só uma fase difícil que estás a atravessar, ou se descobriste que já não te identificas com o curso.


Quais são as razões que acham que levam muitos estudantes a ter insucesso na Universidade?
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domingo, 23 de abril de 2017

Como te aceitares melhor a ti próprio/a


Tal como já tinha prometido, aqui está um post que espero que ajude muita gente. Depois de refletirmos sobre o motivo pelo qual muita gente não se consegue aceitar a elas mesmas, hoje achei importante falarmos sobre as maneiras de ultrapassarmos isso.

Como já partilhei aqui no blog, durante muitos anos, a autoaceitação foi uma batalha dura que travei e que continuo a travar todos os dias, apesar de agora ser uma pessoa muito mais confiante do que antes. Por isso, compreendo perfeitamente aquilo que outras pessoas poderão estar a passar.

Compreendo perfeitamente o que é olharmo-nos ao espelho e não gostarmos daquilo que vemos. O que é sentir que só fazemos asneiras. O que é sentir que há sempre alguém melhor do que nós. Porém, isto não é a realidade, todos estes pensamentos não passam disso, de pensamentos, pensamentos autodestrutivos que resultam de uma imagem negativa que nós criámos de nós mesmos.

Aceitarmo-nos a nós mesmos é muito difícil, sobretudo quando nos agarramos a estes pensamentos negativos e a expetativas irrealistas. O caminho para a autoaceitação é um caminho sinuoso, longo e muito difícil de percorrer.

As boas notícias é que é realmente possível aceitarmo-nos a nós mesmos. Se és uma pessoa que está a ter dificuldades com isso, este post é para ti. Não é uma receita 100% eficaz que te levará a um resultado certo, atenção, porém, se juntares a estas dicas uma boa dose de força de vontade e perseverança, certamente que, um dia, conseguirás atingir o teu objetivo, e serás uma pessoa muito mai ssegura de si mesma.


1. Escreve uma lista das tuas qualidades: A primeira coisa que tens que fazer para contrariares os teus pensamentos negativos e até autodestrutivos é escreveres uma lista com as tuas qualidades. Eu sei, eu sei, ao início não irá ser fácil, só te irás lembrar dos teus defeitos, mas continua a insistir  e verás que, passado algum tempo, te irás conseguir lembrar de algumas qualidades. Pensa em todas as situações em que já foste elogiado/a mas ignoraste, pensa nas boas ações que já fizeste, pensa nas coisas para as quais tens jeito, por mais pequenas que sejam ( nem que seja ter jeito para cuidar do jardim da tua casa)... Faz disto um hábito. Escreve uma lista assim todos os dias.Verás que, quantas mais listas escreveres, mais fácil será identificar as tuas qualidades, e mais fácil será identificá-las e, consequentemente, mais confiante te sentirás.

2. Aceita os teus defeitos: Ninguém é perfeito, não somos robots, portanto todos nós temos defeitos. Aceita-os, tenta mudá-los se possível, mas se tal não for possível, aceita o facto de que terás que viver com estes e que terás de arranjar uma forma de lidar com estes.  Aceita o facto de nem sempre dizeres o que é mais correto, de cometeres erros, de dizeres coisas quem nem fazem sentido, fazer coisas que também não fazem sentido... Todos nós temos as nossas falhas, por isso, não vale a pena fingir que somos deuses só com qualidades.

3. Esquece a perfeição: Tal como já disse, ninguém é perfeito. Portanto, se estás à espera de ser perfeito/a para só depois te aceitares e amares a ti próprio/a, então nunca gostarás de ti. Em vez de procurares a perfeição, procura ser melhor e dar o melhor de ti em tudo, a cada dia que passa. Tenta esforçar-te ao máximo e fazer o melhor que podes. Os resultados nunca serão perfeitos, mas serão melhores do que nunca tentar nada.

4. Para de viver segundo as expectativas dos outros: Hoje em dia, é muito fácil cair nesta armadilha. Estamos constantemente sujeitos à pressão de corresponder às expetativas dos nossos pais, conseguir viver segundo os padrões da sociedade, do nosso grupo de amigos,... Queremos tanto agradar a toda a gente que nos esquecemos do mais importante, que é agradar a nós próprios, e é por isso que somos tão infelizes e inseguros. Eu sei que é mais fácil falar do que fazer, mas pára de tentar viver a vida que os outros querem para ti. Tu aí não estarás a viver, estarás apenas a existir. A vida é tua, e tu tens o direito de fazer dela aquilo que quiseres.

5. Para de procurar a aprovação dos outros: A grande dificuldade em aprendermos a aceitarmo-nos a nós próprios é que nós costumamos basear a nossa autoaceitação na opinião que os outros têm de nós, o que é completamente errado. Nós não precisamos que os outros nos digam que somos bonitos para acharmos isso, nós não precisamos que nos digam que somos talentosos para acharmos que somos. O que os outros acham ou não acham de ti não te define, aliás, eles não têm nada a ver com aquilo que és ou deixas de ser. Demorei anos a perceber isto, mas agora é claro como a água. Não precisas da aprovação de ninguém para seres ou fazeres aquilo que queres. A única pessoa que te está a impedir és tu.

6. Não cries cronogramas imaginários para a tua vida: Esta foi uma das grandes dificuldades que eu senti, quando era mais nova. Existe um conograma clássico que muita gente segue: infantário, básico, primeiro namorado, secundário, universidade, festas, encontros, emprego, casamento, filhos,... Durante muitos anos, acreditei que, se não seguisse este padrão, não seria feliz, e a minha vida teria sido em vão. Durante muito tempo martirizei-me por, por exemplo, por nunca ter tido um namorado. A verdade é que nem todos temos que seguir este padrão, aliás, muitas vezes a vida troca-nos as voltas, o que nos impossibilita isso. Além disso, nem todos temos os mesmos sonhos, logo nem todos faremos as mesmas escolhas e seguiremos o mesmo caminho. Por isso, pára de criar cronogramas imaginários na tua cabeça, aceita o facto que certas coisas acontecerão quando tiverem que acontecer, e que não tens que fazer tudo o que os outros fazem. Se ainda não tens namorado, aproveita o melhor que ser solteiro/a te pode oferecer, e tem fé que um dia encontrarás alguém. Se não conseguiste entrar na universidade, continua a estudar e vais ver que vais conseguir ( e se a universidade não for para ti, não tem problema). Faz aquilo que está certo para ti e agarra as oportunidades quando estas surgem.

7. Pensa nos teus erros não como um fracasso, mas sim como um processo de aprendizagem: Há uns tempos atrás, escrevi um post sobre isto, que é muito útil se fores aquilo tipo de pessoa que ainda acha que errar é uma vergonha. No entanto, errar não é algo de que te devas envergonhar, é uma oportunidade para aprenderes, para seres melhor, e para tentares mais arduamente ou de forma mais inteligente. Pensa que todos os erros que estás a cometer agora contribuirão, de alguma forma, para te fazer evoluir e para te tornar numa pessoa melhor.

8. Não te compares aos outros: Não conseguirás aceitar-te a ti próprio/a se achares que os outros são mais bonitos/inteligentes/fixes do que tu. Se te tiveres sempre a comparar aos outros, acharás sempre que és inferior, e não conseguirás ver o que realmente há de bom em ti. Todos nós somos diferentes e belos à nossa maneira. Pode parecer um cliché, mas é a mais pura das verdades. Se fôssemos todos iguais, o mundo seria um lugar muito mais aborrecido. As nossas diferenças são aquilo que nos tornam interessantes.

9. Passa tempo sozinho: Passar tempo sozinho/a é uma oportunidade de fazeres aquilo que gostas ( como ler ou ouvir música), de relaxares, etc, mas sobretudo de refletires melhor sobre ti próprio/a, sobre aquilo que achas que és e aquilo que realmente és. É, portanto, uma oportunidade de, aos poucos, ires cosntruindo uma imagem mais positiva de ti próprio/a e de trabalhares na tua autoconfiança.

10. Perdoa-te: Os arrependimentos do nosso passado impedem-nos de nos aceitarmos em pleno. Perdoa-te, aceita os erros que cometeste e as situações que correram mal, e segue em frente. Não podes mudar o teu passado, mas podes mudar o presente e o futuro, e é nisso que te tens de concentrar.


E vocês? Já tiveram que aprender a aceitarem-se a vocês mesmos? Que conselhos dariam às pessoas que estão a passar agora pelo mesmo?
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sábado, 22 de abril de 2017

5 razões pelas quais ser demasiado bondoso/a pode ser mau


A bondade é uma qualidade que todas as pessoas deveriam ter, e uma boa forma de viver, tornando este mundo melhor e mais positivo. Porém, ser bondoso/a nem sempre é vantajoso, também pode ser mau.

Por experiência própria, já me apercebi de certas situações em que ser bondoso/a pode ser prejudicial e, infelizmente já me magoei algumas vezes à conta de ser demasiado atenciosa. Contudo, é com os erros que se aprendem, mas há que saber os momentos em que devemos conter esta qualidade, para esta não se tornar um defeito.


1. Os outros podem aproveitar-se de ti: Infelizmente, já me aconteceu algumas vezes. Muitas vezes, as pessoas apercebem-se da tua natureza bondosa, e aproveitam-se desta. Sabes que estão a aproveitar-se de ti quando estão constantemente a aceitar tudo aquilo que ofereces, mas nunca dão nada em troca.

2. As pessoas podem desiludir-te: Ser bondoso/a e ter bom coração significa, normalmente, que tentamos ver sempre o melhor das pessoas. Por isso, estamos sempre a dar segundas oportunidades e o benefício da dúvida aos outros e, por vezes, certas pessoas não o merecem. Às vezes, descobrimos que certas pessoas não são tão boas como parecem, acabando por nos desapontar.

3. As outras pessoas podem não ser como tu: Por vezes, caímos no erro de achar que todas as pessoas são tão bondosas e atenciosas como nós, o que nem sempre é verdadeiro. Há pessoas que são até exatamente o oposto. Claro que sempre podemos tentar espalhar o bem e o positivismo, porém também temos que aceitar que há pessoas que nunca mudarão e, por vezes, o melhor que temos a fazer é afastarmo-nos.

4. Podes dar sem nunca receber nada em troca: Tal como já disse, há pessoas que se irão aproveitar de tudo aquilo que lhes ofereces, sem nunca te dar nada em troca. É certo que ser bondoso significa dar sem esperar nada em troca, mas isso não significa que não mereças ao menos um pouco de gratidão por parte da pessoa que ajudaste, e se ela não te dá isto, o melhor é repensares se vale mesmo a pena ser tão atencioso/a.

5. Podes esquecer-te de ti próprio/a: Às vezes, somos tão bondosos para os outros, que nos esquecemos de nós próprios. Passamos tanto tempo a ajudar os outros, que nos esquecemos de nós próprios. É importante não cairmos neste erros, e lembrarmo-nos de pensar um pouco em nós e cuidar de nós mesmos.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

10 sinais que estás a usar demasiada maquilhagem


Apesar de adorar maquilhar-me, tenho uma rotina diária bastante simples, só aplico base e rímel. Em tempos de estágio, nem me maquilho, porque acordo muito cedo (7h), e tenho que estar logo às 8 no hospital, além de chegar tarde a casa e de depois não me apetecer desmaquilhar-me, pelo que decido ir ao natural.

Porém, há pessoas cujo processo de maquilhagem é incrivelmente complexo. Usam primer, base, rímel, blush, bronzeador, corretor, sombras, contornos e outras coisas que, sinceramente, nem sei dizer o nome. Há pessoas até que acordam uma ou mesmo duas horas mais cedo para conseguirem fazer isto tudo antes de irem trabalhar.

Embora usar maquilhagem possa ser espetacular, usar demasiada tem os seus custos. Sabes que estás a usar muita maquilhagem quando te acontecem estas coisas.


1. As pessoas não te reconhecem sem maquilhagem: Sabes que estás a usar demasiada maquilhagem quando, num raro dia, te vêem sem maquilhagem e têm dificuldades em reconhecer-te. Isto acontece principalmente se fores daquilo tipo de pessoas que se maquilha logo ao acordar, mesmo antes de tomar o pequeno-almoço e despir o pijama.

2. Preferes chegar atrasada do que sair sem maquilhagem: Todas nós já passamos por isto, por escolher entre ter a maquilhagem horrível ou chegar 10 minutos atrasada, mas estar perfeita. Contudo, há pessoas que têm mesmo pavor de sair de casa sem maquilhagem, tanto que preferem chegar atrasadas.

3. A tua rotina diária envolve mais do que três tipos de corretores: Se usas vários corretores no teu dia a dia, um para as olheiras, outro para as borbulhas, outro para mais-não-sei-o-quê, talvez estejas a usar demasiados produtos de beleza, já para não falar do dinheiro e tempo que estás a gastar.

4. Gastas mais dinheiro em maquilhagem do que em comida: Claro que é bom investir dinheiro em produtos bons, mas não será melhor ver aquilo que é mesmo prioritário?

5. Já te chamaram um palhaço: Quem te chamou isso é uma pessoa estúpida e parva, porém ter-te chamado isso pode ser sinal que andas a abusar na maquilhagem.

6. Sujas as tuas roupas com base: Tu já dominaste a arte de tirar uma camisola sem a sujares com base mas, por algum motivo, esta vai sempre parar às tuas roupas.

7. A tua cara é mais clara/escura que o resto do teu corpo: Para determinar se usas demasiada maquilhagem, olha-te ao espelho e vê se notas diferença entre a tua cara e o pescoço. Se a tua cara estiver mais clara/ escura do que o resto do corpo, pode significar duas coisas, que estás a usar a base errada ou que estás a usar demasiados produtos.

8. A tua mala está cheia de produtos de maquilhagem: Não consegues encontrar o teu telemóvel, lenços, ou as chaves de casa, mas encontras 235 batons, 12 rímeis e 2 bases.

9. Tirar a maquilhagem ao final do dia é uma tarefa dolorosa: Para mim, já é uma tarefa dolorosa ter que tirar a maquilhagem ao final do dia, e eu só aplico base e rímel, nem quero imaginar como seria ter que remover camadas sucessivas de maquilhagem!

10. Às vezes, até é preciso lavar a cara mais do que uma vez: Se, mesmo após as toalhitas e a água micelar, tens necessidade de lavar a cara e usar outro tipo de produtos para remover a maquilhagem, então tens mesmo que pensar seriamente em simplificar a tua rotina de maquilhagem.



E vocês? Usam muita maquilhagem? Identificaram-se com alguns destes pontos?
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

10 vantagens de ter crescido com pais rígidos


Como filha única, era quase inevitável ter pais superprotetores e rígidos. Talvez rígidos não seja a palavra ideal, soa a pessoas más, coisa que os meus pais nunca foram, sempre me ofereceram muito amor e carinho. Diria que foram muito exigentes comigo, e eu não podia fazer propriamente tudo o que me apetecia.

Foram muitas as vezes na minha infância em que desejei ter aquele tipo de pais relaxados, que deixavam os filhos deitarem-se às horas que queriam, comer porcarias na cama e sair quando quisessem. Porém, apesar de ainda desejar que os meus pais fossem um pouco menos rígidos, estou grata por ter tido a educação que tive, pois deu-me muitas qualidades e competências que me serão muito úteis na minha vida adulta.


1. Aprendi autodisciplina deste nova: Crescer com pais rígidos faz com que desenvolvas autodisciplina logo desde criança. E, a longo prazo, foi uma competência que já me safou em muitos aspetos da minha vida. Foi preciso autodisciplina para não me distrair e estudar para os exames nacionais do secundário, foi preciso ser disciplinada para ir às aulas da universidade em vez de ficar no café a falar, foi preciso disciplina para saber parar de comer numa festa cheia de doces bons... É, muito provavelmente, uma das melhores competências que ganhei com os meus pais.

2. Desistir nunca foi uma opção: Na minha casa, desistir nunca foi uma opção. Podia chorar a dizer que não conseguia fazer determinado teste, mas os meus pais obrigavam-me a fazê-lo na mesma. Eles instalaram em mim mesma um medo saudável de ser preguiçosa, pelo que sempre dei  100 % de mim em tudo a que me comprometi.

3. Presto muita atenção aos mais pequenos detalhes: Apesar de ser um pouco distraída ( e de ainda ser repreendida pela minha mãe por causa disso), eu considero-me uma boa observadora. Isto deve-se ao facto de todas as vezes em que a minha mãe me chamou para fazer melhor a cama, para apanhar algo do chão, ou para ajeitar uma moldura que ficou demasiado virada para a direita ( sim, a minha mãe é muito perfecionista). Apesar de, na altura, ser chato ter que estar a fazer tudo direitinho até ao mais ínfimo pormenor, agora estou grata por isto, porque esta qualidade já me impediu, por exemplo, de mandar mails para pessoas importantes com erros.

4. Sou boa a poupar dinheiro: Os meus pais nunca foram aquele tipo de pais que me davam dinheiro sempre que eu pedia. Eu tinha x dinheiro, semanalmente, que era merecido ( através do meu bom comportamento, sucesso escolar e realização de tarefas domésticas), e qualquer ação má que eu tivesse era suficiente para ficar sem semanada durante algum tempo. Isto incutiu em mim mesma um sentido de responsabilidade, de perceber que o dinheiro não nasce nas árvores, que é preciso trabalharmos para o receber e, quando o recebemos, não o devemos gastar " à balda", temos que saber poupá-lo e gastá-lo conforme as nossas necessidades.

5. Pensar demais está na minha natureza ( mas pode ser uma qualidade): Sou uma pessoa que pensa demais por natureza. Não posso dizer que isto seja culpa dos meus pais, porque acho que é algo que sempre fez parte da minha personalidade, mas diria que os meus pais amplificaram esta característica minha. No entanto, penso que pensar demais, apesar de ser extremamente irritante, por vezes, torna-se uma qualidade. Em vez de me "atirar de cabeça" para as coisas, penso conscientemente nos prós e contras de cada situação, e reflito sempre sobre os meus comportamentos, o meu desempenho e as minhas atitudes, aquilo que posso melhorar,... Basicamente, pensar demais também me ajuda a refletir melhor sobre mim mesma, o que acaba por ser bom.

6. Tenho uma boa postura: Ainda hoje, quando estou sentada num auditório da minha faculdade, consigo ouvir a voz da minha mãe na minha cabeça " Mete as costas direitas", pelo que me endireito logo ahahahah xD. A verdade é que uma boa postura não é importante só para a tua saúde, mas também para a tua autoconfiança e para transmitires a mensagem correta aos outros.

7. Domino a arte de ser persuasiva: Convencer os meus pais a deixarem-me fazer o que quer que seja não é tarefa fácil. Queres sair à noite? Bora lá elaborar uma lista de argumentos, um powerpoint e uma lista das amigas que vão e os seus respetivos números de telefone. Queres um novo telemóvel? É bom que tenhas uma boa razão para isso. Portanto, como devem imaginar, anos e anos disto deram-me boas capacidades de argumentação e de convencer pessoas a deixarem-me fazer algo.

8. Aprendi a escolher as minhas batalhas: Como devem calcular, nunca fui aquele tipo de pessoa que podia sair dois dias seguidos. Se saía na sexta, já não saía no sábado. Como resultado, tive que aprender a escolher as minhas batalhas. Se queria sair, não ia pedir aquela saia linda que vi no mesmo dia. Aprendi que nem sempre podemos ter tudo aquilo que queremos, pelo que temos de ser seletivos e perceber aquilo que realmente queremos e aquilo que nem precisamos tanto.

9. Encorajaram-me a trabalhar mais do que o necessário para entrar numa boa universidade: E, finalmente, estou agora a usufruir de uma boa experiência universitária, após anos de trabalho árduo.

10. Apesar de serem duros comigo, também me apoiam bastante: Já perdi a conta ao número de sacrifícios que os meus pais fizeram por mim. Já perdi a conta às vezes que o meu pai me foi buscar à escola, só para eu não perder tempo para estudar. Já perdi a conta às vezes que foi, à noite, tirar-me fotocópias para eu estudar. Já perdi a conta às vezes que a minha mãe me fazia companhia à hora do almoço, quando eu andava no Básico, para eu não ter que passar duas horas sozinha. Os meus pais sacrificaram imensa coisa por mim, e acho que nunca serei capaz de lhes retribuir. Estou muito grata por tudo aquilo que me deram e fizeram por mim. Foi graças a eles que eu sou aquilo que sou hoje e que cheguei onde cheguei.


E vocês, cresceram com pais rígidos? Que vantagens acham que tiveram? Contem-me tudo nos comentários?
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